Reportagem própria, fontes sempre creditadas

Gargalos nas Munições dos EUA e Estoques de HIMARS Evidenciam Riscos na Defesa do Estreito de Taiwan

Preocupações com os estoques de artilharia de foguetes e a velocidade de produção dos EUA surgem no momento em que a China expande sua capacidade industrial de defesa, sublinhando vulnerabilidades em potenciais contingências no Pacífico Ocidental.

The Global Wire Newsroom ·

Link preview · horizonglobalnews.com

Gargalos nas Munições dos EUA e Estoques de HIMARS Evidenciam Riscos na Defesa do Estreito de Taiwan

Preocupações com os estoques de artilharia de foguetes e a velocidade de produção dos EUA surgem no momento em que a China expande sua capacidade industrial de defesa, sublinhando vulnerabilidades em potenciais contingências no Pacífico Ocidental.

Share

Este artigo foi traduzido automaticamente pela IA da nossa redação a partir do original em inglês. Ler em inglês

Gargalos nas Munições dos EUA e Estoques de HIMARS Evidenciam Riscos na Defesa do Estreito de Taiwan

WASHINGTON — Escassezes persistentes nos estoques de munições guiadas por precisão dos EUA — especificamente munição para o M142 High Mobility Artillery Rocket System (HIMARS) — estão atraindo crescente escrutínio sobre a capacidade de dissuasão ocidental no Estreito de Taiwan, de acordo com reportagem do The Star. A pressão sobre a fabricação de defesa ocorre no momento em que a China continental acelera sua produção militar-industrial, levantando preocupações de que a disponibilidade de munições possa se tornar um fator decisivo em qualquer conflito futuro ao longo da via marítima de 100 milhas que separa Taiwan do continente asiático. Enquanto Washington equilibra compromissos militares em múltiplos teatros, juntamente com atrasos nas vendas militares estrangeiras para Taipé, analistas de defesa avaliam cada vez mais se as taxas de produção ocidentais conseguem acompanhar as potenciais demandas de combate de alta intensidade no Indo-Pacífico.

## Fatos-chave - Avaliações militares ocidentais indicam crescente preocupação de que os estoques dos EUA de foguetes e mísseis de precisão compatíveis com o HIMARS estejam limitados em relação aos requisitos operacionais para potenciais contingências no Indo-Pacífico. - O setor de fabricação de defesa doméstica da China continua a operar em um ritmo elevado de produção, expandindo a capacidade em artilharia de foguetes, plataformas de mísseis e construção naval militar. - Os EUA enfrentam um acúmulo de pedidos pendentes superior a 19 bilhões de dólares em entregas militares aprovadas para Taiwan, incluindo lançadores HIMARS, mísseis antinavio e caças. - O grande consumo de munições de precisão em conflitos globais recentes, incluindo a guerra na Ucrânia, destacou gargalos estruturais nas cadeias de suprimentos de defesa ocidentais. - Planejadores do Pentágono buscam aumentar a produção doméstica anual do Guided Multiple Launch Rocket System (GMLRS), enquanto expandem acordos de coprodução de munições com aliados no Indo-Pacífico.

## O que aconteceu Avaliações da preparação militar dos EUA apontam vulnerabilidades críticas em relação a fogos de precisão de longo alcance, especificamente no fornecimento de foguetes e mísseis projetados para a plataforma HIMARS, de acordo com reportagem publicada pelo The Star. Embora unidades lançadoras de HIMARS tenham desempenhado um papel proeminente no Leste Europeu desde a invasão em grande escala da Ucrânia pela Rússia em 2022, a alta taxa de consumo de munições de precisão reduziu os estoques dos EUA e colocou uma pressão significativa sobre as linhas de suprimento de defesa domésticas.

Ao mesmo tempo, avaliações de inteligência e defesa mostram que o complexo militar-industrial da China continental está operando em um ritmo operacional elevado. Empresas de defesa chinesas estão produzindo sistemas de artilharia, mísseis balísticos antinavio, sistemas de superfície-ar e embarcações navais a taxas que superam as instalações de fabricação ocidentais. Essa crescente disparidade industrial concentrou a atenção estratégica nos desafios logísticos que os Estados Unidos e seus aliados enfrentariam durante uma campanha marítima e aérea sustentada de alta intensidade no Estreito de Taiwan.

Os atrasos nas exportações de defesa dos EUA para Taiwan complicam ainda mais a dissuasão regional. Embora o Departamento de Defesa e o Departamento de Estado dos EUA tenham autorizado múltiplos pacotes de vendas militares para Taipé — incluindo unidades HIMARS, sistemas de mísseis antinavio Harpoon e caças F-16 Block 70 —, gargalos na cadeia de suprimentos, limites de capacidade de fabricação e compromissos globais de defesa concorrentes atrasaram as entregas. Como resultado, analistas alertam que a disponibilidade de munições a longo prazo e a capacidade de reabastecimento podem surgir como os principais fatores determinantes para sustentar a dissuasão através do estreito.

## Por que isso importa A lacuna entre a capacidade industrial ocidental e as potenciais necessidades militares no Indo-Pacífico traz consequências diretas para a segurança internacional, o comércio regional e a estabilidade econômica. O Estreito de Taiwan é um dos corredores de trânsito marítimo mais críticos do mundo, movimentando quase metade da frota global de navios porta-contêineres e servindo como o principal polo para a fabricação avançada de semicondutores liderada pela Taiwan Semiconductor Manufacturing Company (TSMC). Qualquer escalada militar ou bloqueio naval no estreito perturbaria as redes globais de suprimento e geraria perdas econômicas de trilhões de dólares em todo o mundo.

Do ponto de vista operacional, a artilharia de foguetes de precisão e os mísseis de longo alcance constituem a pedra angular das estratégias de defesa projetadas para conter operações anfíbias e áreas de concentração costeira. Se as forças dos EUA e aliadas enfrentarem limites de inventário para sistemas como o HIMARS, sua capacidade de estabelecer capacidades eficazes de negação de área ao longo de prazos operacionais prolongados será significativamente reduzida.

Além disso, esses limites de produção impactam a dinâmica das alianças em todo o Indo-Pacífico. Nações aliadas, como Japão, Coreia do Sul, Austrália e Filipinas, dependem fortemente das garantias de segurança e das linhas de exportação de defesa dos EUA. Se a capacidade de fabricação dos EUA permanecer limitada enquanto se tenta abastecer aliados europeus, reabastecer reservas domésticas e cumprir vendas no Indo-Pacífico, as nações parceiras poderão enfrentar mudanças em suas avaliações sobre o equilíbrio de poder regional e os requisitos de investimento em defesa.

## Contexto O M142 HIMARS, fabricado pela empreiteira de defesa Lockheed Martin, é um sistema de artilharia de foguetes sobre rodas de alta mobilidade projetado para lançar munições guiadas por precisão, incluindo foguetes Guided Multiple Launch Rocket System (GMLRS), mísseis Army Tactical Missile System (ATACMS) e o mais recente Precision Strike Missile (PrSM). Introduzido no serviço militar dos EUA no início dos anos 2000, o sistema ganhou projeção internacional significativa após sua implantação na Ucrânia, onde as forças ucranianas utilizaram o HIMARS para atingir centros logísticos, postos de comando e depósitos de munição russos.

No entanto, a guerra na Ucrânia demonstrou que um conflito de alta intensidade contra uma grande potência consome munições de artilharia e foguetes a taxas muito superiores às antecipadas pelo planejamento industrial em tempos de paz. Antes de 2022, a produção anual dos EUA de foguetes GMLRS era de cerca de 5.000 a 7.000 unidades por ano. Embora o Departamento de Defesa dos EUA tenha alocado fundos para elevar as metas de produção para cerca de 14.000 unidades anuais, atingir e sustentar esses níveis exige superar a escassez de componentes especializados, incluindo motores de foguete a combustível sólido, microeletrônica de grau militar, carcaças de aço especializadas e materiais energéticos.

Em contraste, a China continental expandiu sistematicamente sua base de fabricação de defesa nas últimas duas décadas sob políticas industriais direcionadas pelo Estado e sua estratégia de fusão civil-militar. Grandes conglomerados estatais de defesa, como a China North Industries Group Corporation (NORINCO) e a Aviation Industry Corporation of China (AVIC), operam instalações de produção de alta capacidade respaldadas por cadeias de suprimento domésticas de matéria-prima e infraestrutura industrial pesada. O Exército de Libertação Popular (PLA) priorizou a produção em massa de artilharia de foguetes de longo alcance, mísseis balísticos antinavio e drones de ataque projetados especificamente para operações de antiacesso e negação de área no Pacífico Ocidental.

As tensões no Estreito de Taiwan se intensificaram nos últimos anos, marcadas por frequentes patrulhas aéreas e navais do PLA ao redor de Taiwan, exercícios de tiro real e simulações de bloqueios marítimos. Nos termos do Taiwan Relations Act de 1979, os Estados Unidos mantêm uma política oficial de ambiguidade estratégica, enquanto se comprometem legalmente a fornecer a Taiwan equipamentos militares de defesa para apoiar sua autodefesa. No entanto, atrasos administrativos e gargalos na fabricação geraram um acúmulo de entregas de equipamentos pendentes de vários anos para Taipé, levantando dúvidas sobre o cronograma para a conclusão dos esforços de modernização da defesa de Taiwan.

## Reações Embora respostas oficiais específicas sobre as últimas avaliações do inventário de HIMARS não tenham sido publicadas na reportagem, autoridades de defesa e parlamentares dos EUA têm destacado consistentemente as limitações da fabricação militar em fóruns públicos e audiências no Congresso. Líderes seniores da marinha e da defesa dos EUA reconheceram publicamente o contraste entre os prazos de produção ocidentais e a rápida expansão industrial da China na construção naval e na fabricação de munições.

No Congresso dos EUA, membros de comissões focadas na segurança nacional e na estratégia para o Indo-Pacífico têm pedido repetidamente a aceleração das entregas de armas a Taiwan e a expansão dos contratos plurianuais de aquisição de munições para proporcionar estabilidade de investimento às empreiteiras de defesa.

Autoridades de defesa de Taiwan continuam a defender estratégias de defesa assimétrica — frequentemente descritas como a "estratégia do porco-espinho" —, que enfatizam plataformas móveis de mísseis terrestres, minas marítimas e veículos não tripulados para dissuadir potenciais ações anfíbias. Autoridades em Taipé têm exortado regularmente Washington a priorizar o cumprimento dos contratos militares existentes para reforçar a postura defensiva da ilha.

Porta-vozes do Ministério dos Negócios Estrangeiros e do Ministério da Defesa Nacional da China, em Pequim, sustentam que as vendas de armas estrangeiras a Taiwan constituem uma interferência nos assuntos internos chineses e uma violação de acordos diplomáticos. Pequim reitera sua posição de que Taiwan é uma província da China e adverte que a assistência militar a Taipé aumenta o risco de conflito regional.

## O que ainda não se sabe Detalhes cruciais sobre os estoques atuais de munições e os cronogramas de expansão industrial permanecem não verificados devido a classificações de segurança nacional e ao sigilo operacional. O volume exato de foguetes de precisão compatíveis com o HIMARS restantes nos estoques ativos das forças armadas dos EUA, nos depósitos pré-posicionados no exterior e nos arsenais de Taiwan não é divulgado publicamente, tornando difícil determinar os limites precisos de resistência operacional durante uma potencial crise militar.

Também não está claro a que velocidade os fabricantes de defesa dos EUA e aliados podem resolver os gargalos existentes na cadeia de suprimentos para insumos críticos, como propelente de foguete e eletrônica especializada. Embora as empreiteiras de defesa tenham anunciado expansões de instalações, a aquisição de maquinário pesado, matérias-primas e mão de obra qualificada exige frequentemente prazos de entrega de vários anos.

Além disso, a capacidade operacional total e o desempenho em tempo real das linhas de produção de defesa da China permanecem difíceis de avaliar de forma independente. Embora os indicadores públicos mostrem uma capacidade industrial substancial, a confiabilidade operacional, os custos de manutenção e as velocidades de reabastecimento em tempo real das unidades de mísseis do PLA durante um conflito moderno sustentado permanecem não testados em guerra ativa.

## O que observar Vários marcos críticos e decisões políticas indicarão se a produção de defesa ocidental pode se adaptar às demandas operacionais no Pacífico Ocidental:

- **Verbas de Aquisição do Congresso:** Acompanhar as decisões sobre o financiamento do orçamento de defesa dos EUA para contratos plurianuais cobrindo sistemas de mísseis GMLRS, PrSM e Harpoon, destinados a incentivar a expansão das instalações das empreiteiras. - **Prazos de Entrega de Vendas Militares Estrangeiras:** Acompanhar as datas oficiais de entrega para lançadores HIMARS e baterias de mísseis antinavio contratadas para envio a Taiwan entre meados e o final da década de 2020. - **Acordos de Coprodução no Indo-Pacífico:** Monitorar os desdobramentos sobre iniciativas conjuntas de fabricação e montagem de munições entre os EUA e parceiros regionais, incluindo Austrália e Japão, visando diversificar os locais de produção. - **Padrões de Treinamento e Mobilização do PLA:** Observar a frequência e a escala dos exercícios militares chineses ao redor do Estreito de Taiwan, particularmente exercícios de tiro real com foguetes e exercícios sustentados de reabastecimento. - **Medidas de Resiliência da Cadeia de Suprimentos:** Prestar atenção aos esforços governamentais para garantir linhas de suprimento de minerais críticos e expandir a capacidade de fabricação doméstica de motores de foguete a combustível sólido e microeletrônica militar.

Este relatório incorpora informações originalmente relatadas pelo The Star.

Fonte: thestar.com.my

Notícias relacionadas