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Moscou mantém abertura a ideias de paz enquanto culpa Kyiv pelo impasse nas negociações, diz diplomata

A autoridade russa Mikhail Galuzin declarou que Moscou nunca rejeitou propostas construtivas para resolver o conflito, argumentando que a Ucrânia interrompeu e cancelou o diálogo de forma unilateral.

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Moscou mantém abertura a ideias de paz enquanto culpa Kyiv pelo impasse nas negociações, diz diplomata

A autoridade russa Mikhail Galuzin declarou que Moscou nunca rejeitou propostas construtivas para resolver o conflito, argumentando que a Ucrânia interrompeu e cancelou o diálogo de forma unilateral.

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Este artigo foi traduzido automaticamente pela IA da nossa redação a partir do original em inglês. Ler em inglês

Moscou mantém abertura a ideias de paz enquanto culpa Kyiv pelo impasse nas negociações, diz diplomata

MOSCOU — O vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Mikhail Galuzin, declarou que Moscou permaneceu consistentemente receptiva a propostas construtivas voltadas para a resolução do conflito na Ucrânia, atribuindo a responsabilidade pelo fracasso das negociações de paz diretamente a Kyiv. Em declarações relatadas pela agência de notícias estatal russa TASS, o diplomata afirmou que a Rússia nunca descartou caminhos viáveis para um acordo político, mas argumentou que a liderança ucraniana interrompeu unilateralmente as negociações e, em última análise, adotou medidas para proibir o diálogo formal entre as duas nações.

## Claims of open dialogue

De acordo com relatos da TASS, Galuzin enfatizou que as autoridades russas mantêm uma postura disposta a avaliar estruturas construtivas para um acordo. As observações do diplomata reafirmam a posição oficial de Moscou de que seus canais diplomáticos não foram fechados por escolha, mas tornados ineficazes por decisões ucranianas.

Galuzin apontou especificamente o processo de tomada de decisão em Kyiv como o principal obstáculo para alcançar um resultado negociado. Em seus comentários relatados pela TASS, ele afirmou que os negociadores ucranianos se retiraram do processo de paz após rodadas iniciais de discussões e, posteriormente, formalizaram o cancelamento do diálogo por iniciativa própria. Ao enquadrar a paralisia diplomática como uma ação iniciada inteiramente pela liderança ucraniana, as autoridades russas continuam a defender sua posição de que a responsabilidade pela falta de progresso é de Kyiv.

## Background of broken negotiations

O processo diplomático entre Moscou e Kyiv permanece amplamente congelado desde os primeiros meses do conflito em grande escala iniciado em fevereiro de 2022. Nas semanas iniciais após a ofensiva militar, delegações de ambos os países se reuniram para várias rodadas de negociações presenciais na Belarus e na Turquia.

As conversas realizadas em Istambul no final de março de 2022 representaram o esforço mais significativo para elaborar um potencial enquadramento para um cessar-fogo e um acordo de neutralidade permanente para a Ucrânia. Durante essas sessões, os negociadores discutiram disposições que incluíam garantias de segurança para a Ucrânia, um status militar de não alinhamento e o adiamento das discussões sobre disputas territoriais. No entanto, o diálogo foi interrompido pouco tempo depois, após a retirada das forças russas das áreas ao redor de Kyiv e a descoberta de vítimas civis em cidades como Bucha, o que levou os líderes ucranianos a suspender o contato direto e alterar sua abordagem em relação às negociações.

Mais tarde em 2022, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky assinou um decreto declarando formalmente impossíveis as negociações com a atual liderança russa, estabelecendo uma estrutura jurídica que proíbe conversas enquanto o presidente Vladimir Putin permanecer no cargo. Autoridades ucranianas mantêm a posição de que um diálogo significativo só poderá ocorrer quando as forças russas se retirarem totalmente do território ucraniano.

## Differing frameworks for a settlement

O impasse nas negociações formais reflete divergências profundas entre os termos fundamentais exigidos por ambas as capitais. Moscou tem declarado consistentemente que qualquer resolução pacífica deve levar em consideração o que denomina "novas realidades territoriais", referindo-se às reivindicações de anexação da Rússia sobre regiões ucranianas, nenhuma das quais é totalmente controlada pelas forças russas.

Além disso, as exigências diplomáticas russas têm se centrado repetidamente nos requisitos para que a Ucrânia adote um status permanente de neutralidade militar, abandone suas ambições de se juntar à Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), passe por uma desmilitarização e aborde o status das populações de língua russa dentro de suas fronteiras.

Por outro lado, a posição oficial de Kyiv baseia-se em sua fórmula de paz de dez pontos, apresentada pelo presidente Zelensky no final de 2022. O plano prevê a restauração completa das fronteiras da Ucrânia internacionalmente reconhecidas em 1991, a retirada de todas as forças militares russas, a responsabilização por crimes de guerra, reparações financeiras por danos de guerra e garantias internacionais vinculantes de segurança para evitar agressões futuras. Kyiv insiste que qualquer proposta que permita à Rússia manter o controle sobre o território ocupado apenas daria tempo a Moscou para se rearmar e lançar futuras ofensivas.

## Global mediation attempts

Como o contato direto entre Moscou e Kyiv permanece inativo, países terceiros têm oferecido repetidamente estruturas de mediação para trazer ambas as partes de volta à mesa de negociações. Países do Sul Global, incluindo China, Brasil, Índia e uma coalizão de estados africanos, apresentaram iniciativas de paz com o objetivo de cessar as hostilidades.

A China apresentou um documento de 12 pontos defendendo um cessar-fogo, a retomada das negociações de paz e o fim das sanções unilaterais, embora autoridades ocidentais e a liderança ucraniana tenham criticado a proposta por não exigir explicitamente a retirada das tropas russas. Da mesma forma, iniciativas conjuntas do Brasil e de nações africanas focaram na desescalada imediata e na segurança das exportações de grãos, mas obtiveram pouco impulso tangível para reiniciar as conversas formais de paz.

Aliados ocidentais, incluindo os Estados Unidos e membros da União Europeia, reiteraram que quaisquer termos de paz devem ser determinados inteiramente pela Ucrânia. Autoridades europeias argumentam que forçar Kyiv a negociações prematuras ou a um conflito congelado minaria o direito internacional e a independência soberana.

## Prospects for future dialogue

Apesar das declarações periódicas de diplomatas sobre a abertura para negociações, as perspectivas de um avanço diplomático permanecem limitadas. As operações militares ao longo da linha de frente continuam a ditar o cálculo estratégico de ambos os governos, sem que nenhum dos lados demonstre disposição para ceder em posições fundamentais de segurança nacional e integridade territorial.

As afirmações de Galuzin destacam a narrativa diplomática em curso em torno do conflito físico no terreno. Enquanto Moscou enquadra sua posição como de constante prontidão para um engajamento construtivo interrompido pela intransigência ucraniana, Kyiv e seus apoiadores ocidentais sustentam que as exigências da Rússia equivalem a um mandato para a capitulação ucraniana, em vez de uma base legítima para o diálogo.

Esta reportagem é baseada na cobertura publicada originalmente pela TASS.

Fonte: tass.com

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