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Calor atípico de 36 ºC atinge pico em Lisboa com o início do outono no calendário

O outono chegou a Portugal acompanhado por temperaturas de verão persistentes, com Lisboa a atingir os 36 graus Celsius e a apanhar os turistas desprevenidos.

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Calor atípico de 36 ºC atinge pico em Lisboa com o início do outono no calendário

O outono chegou a Portugal acompanhado por temperaturas de verão persistentes, com Lisboa a atingir os 36 graus Celsius e a apanhar os turistas desprevenidos.

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Este artigo foi traduzido automaticamente pela IA da nossa redação a partir do original em inglês. Ler em inglês

Calor atípico de 36 ºC atinge pico em Lisboa com o início do outono no calendário

LISBOA — Um calor atípico e intenso marcou a transição para o outono no calendário em Portugal a 24 de setembro de 2026, com a temperatura ambiente em Lisboa a subir para os 36 graus Celsius (96,8 graus Fahrenheit). O pico inesperado de calor no final da estação apanhou visitantes internacionais e residentes locais de surpresa, perturbando os padrões meteorológicos de outono esperados na capital portuguesa. Com o início oficial do outono, a persistência de condições térmicas com características de verão evidenciou as mudanças contínuas nos padrões meteorológicos do Sul da Europa, onde as temperaturas elevadas se prolongam cada vez mais para além dos meses de verão tradicionais.

## Factos principais - Lisboa registou uma temperatura máxima de 36 graus Celsius (96,8 graus Fahrenheit) a 24 de setembro de 2026, coincidindo com a chegada do outono no calendário. - O calor fora de época apanhou os turistas recém-chegados desprevenidos, muitos dos quais antecipavam condições meteorológicas de outono mais amenas em Portugal. - As condições térmicas elevadas persistiram na capital portuguesa, apesar da mudança astronómica de estação. - As temperaturas elevadas refletem uma tendência regional mais ampla de condições de verão prolongadas que se estendem até ao final de setembro na Península Ibérica. - A reportagem inicial sobre o pico de temperatura em Lisboa e o seu efeito nos turistas foi publicada pela jornalista portuguesa Joana Mourão Carvalho a 24 de setembro de 2026.

## O que aconteceu O início do outono em Portugal foi acompanhado por um padrão atmosférico de calor intenso que elevou as temperaturas da tarde em Lisboa para 36 graus Celsius a 24 de setembro de 2026. O valor elevado criou condições mais típicas de julho ou agosto do que do final de setembro, apanhando muitos turistas recém-chegados desprevenidos para a radiação solar intensa e o calor ambiente elevado.

Os visitantes que percorriam os bairros históricos de Lisboa — incluindo a subida íngreme de calçada da Alfama, as avenidas centrais da Baixa e os miradouros no topo da colina do Bairro Alto — enfrentaram condições de calor abrasador em vez do tempo moderado e fresco típico do final de setembro. Muitos turistas tínham levado na bagagem vestuário adequado para temperaturas amenas de outono, ficando mal equipados para a exposição solar total e para temperaturas a rondar os 35 graus.

Durante a tarde, multidões procuraram abrigo sob praças sombreadas, debaixo de árvores em parques urbanos como o Jardim da Estrela e o Parque Eduardo VII, e ao longo do passeio ribeirinho do rio Tejo, na Ribeira das Naus. Esplanadas de cafés e restaurantes ajustaram sistemas de nebulização e guarda-sóis para acomodar os clientes, enquanto os pontos de água públicos por toda a capital registaram uma forte utilização, com os peões a tentarem manter-se hidratados durante as horas de calor mais intenso da tarde.

O pico de calor ocorreu precisamente quando o calendário marcava a transição sazonal para o outono, criando uma disparidade acentuada entre as expectativas do calendário e as condições físicas reais na capital portuguesa.

## Por que motivo é importante A persistência de um calor de 36 graus até ao final de setembro traz implicações significativas para a saúde pública, a gestão do turismo, as infraestruturas municipais e o planeamento de emergência no Sul da Europa.

Sob a perspetiva do turismo, Portugal tem promovido cada vez mais o final de setembro e outubro como meses ideais de época média para visitantes internacionais. Os viajantes que optam por viagens no outono fazem-no frequentemente de forma específica para evitar as vagas de calor extremo que atingem o Sul da Europa em julho e agosto, bem como para vivenciar os espaços urbanos históricos sem a congestão da época alta. Quando as temperaturas atingem os 36 graus Celsius no final de setembro, os visitantes da época média enfrentam exatamente os perigos térmicos que pretendiam contornar. Isto pode afetar a satisfação dos visitantes, alterar passeios a pé e mudar os itinerários diários em direção a locais fechados com ar condicionado.

As considerações de saúde pública tornam-se primordiais durante picos de calor inesperados no final da estação. Enquanto as populações locais e os sistemas de saúde se preparam para avisos de calor em meados do verão, o calor fora de época no final de setembro pode apanhar populações vulneráveis desprevenidas. Idosos, crianças pequenas, trabalhadores ao ar livre e turistas envolvidos em esforço físico enfrentam riscos acrescidos de exaustão pelo calor, golpe de calor e desidratação grave.

Além disso, a permanência das temperaturas de verão prolonga a pressão operacional sobre as redes elétricas nacionais e o abastecimento de água municipal. As temperaturas elevadas exigem o uso continuado de ar condicionado muito depois do momento em que a procura de refrigeração residencial e comercial habitualmente diminui. Adicionalmente, as temperaturas elevadas do final de setembro mantêm baixos os níveis de humidade dos combustíveis na vegetação envolvente, prolongando a janela sazonal para incêndios florestais perigosos nas zonas rurais ibéricas.

## Contexto A Península Ibérica, situada no Sudoeste da Europa, entre o Oceano Atlântico e o Mar Mediterrâneo, possui um clima mediterrânico caraterizado por verões quentes e secos e invernos suaves e chuvosos. Sob a classificação climática de Köppen, Lisboa regista um clima mediterrânico de verão quente, fortemente influenciado pela sua proximidade à costa atlântica e ao Estuário do Tejo.

Historicamente, o final de setembro em Lisboa traz uma moderação percetível das temperaturas de verão. As médias climatológicas para a capital no final de setembro apresentam tipicamente máximas diárias a rondar os 26 graus Celsius (79 graus Fahrenheit), acompanhadas por brisas noturnas mais frescas vindas do Atlântico. O registo de uma temperatura de 36 graus Celsius representa um desvio de aproximadamente 10 graus acima das normas sazonais históricas.

Os fenómenos meteorológicos em Portugal são monitorizados e avaliados pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), a agência meteorológica nacional responsável pela emissão de previsões do tempo, acompanhamento climático e avisos meteorológicos oficiais que vão do Amarelo ao Laranja e Vermelho. Quando temperaturas extremas ameaçam a saúde ou a segurança pública, o IPMA articula-se com a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) para gerir a preparação para emergências e emitir avisos públicos relativos ao risco acrescido de incêndios florestais.

Simultaneamente, a agência de saúde nacional de Portugal, a Direção-Geral da Saúde (DGS), mantém em funcionamento planos de contingência para o calor de verão excessivo. Estes protocolos destinam-se a alertar a população e os serviços de saúde quando as temperaturas máximas diárias ultrapassam limiares de segurança específicos. Nas últimas décadas, os meteorologistas no Sul da Europa têm observado uma frequência crescente de condições de verão prolongadas, onde sistemas de alta pressão empurram massas de ar quente para norte, prolongando as temperaturas elevadas até bem dentro do outono no calendário.

## Reações O aumento súbito para os 36 graus Celsius provocou reações imediatas entre os turistas desprevenidos que circulavam por Lisboa. Muitos visitantes relataram ter tido de alterar os seus itinerários turísticos planeados, reduzindo os passeios a pé ao ar livre nas horas de calor mais intenso, entre as 11:00 e as 17:00, em favor da visita a museus, igrejas ou zonas comerciais com ar condicionado.

Embora não tenham sido incluídas declarações específicas de responsáveis municipais nas notícias iniciais, as autoridades de saúde pública portuguesas reagem habitualmente a eventos de temperaturas elevadas lembrando a população para adotar medidas de saúde preventivas. As orientações emitidas durante picos de calor no final da estação aconselham tipicamente residentes e turistas a consumir água regularmente, evitar a exposição direta ao sol durante as horas de pico da tarde, usar vestuário leve, aplicar proteção solar e vigiar indivíduos vulneráveis, tais como idosos e crianças de colo.

Os responsáveis pela proteção civil e os serviços de combate a incêndios rurais mantêm uma vigilância reforçada durante vagas de calor no final da estação. Os serviços de emergência monitorizam os níveis de humidade dos combustíveis florestais e reforçam as equipas de patrulhamento contra incêndios, uma vez que as temperaturas elevadas, combinadas com a vegetação seca do final do verão, criam um perigo elevado de incêndio no centro e sul de Portugal.

## O que ainda não se sabe Vários pormenores críticos relativos a este evento meteorológico fora de época permanecem por esclarecer com base nas notícias iniciais:

Em primeiro lugar, não é claro quanto tempo o padrão de calor de 36 graus persistirá sobre Lisboa e se se prevê que uma massa de ar marítimo atlántico mais fresca venha a deslocar a massa de ar quente nos dias imediatamente seguintes a 24 de setembro.

Em segundo lugar, a extensão geográfica desta anomalia de calor de final de estação em Portugal não está totalmente detalhada. Desconhece-se se foram registados valores semelhantes de 36 graus ou superiores noutros grandes centros urbanos, como o Porto no norte, Evora na região interior do Alentejo, ou as cidades balneares do sul no Algarve.

Em terceiro lugar, a reportagem inicial não detalha se os serviços de emergência locais ou os hospitais em Lisboa registaram um aumento nas admissões médicas relacionadas com o calor entre turistas ou residentes locais durante o pico de temperatura.

## O que observar Nos próximos dias, vários indicadores-chave revelarão a evolução e o impacto desta vaga de calor de final de estação em Portugal:

- Boletins oficiais do IPMA: As atualizações das previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera indicarão se os alertas de calor permanecem ativos em Lisboa e nos distritos adjacentes, ou se os sistemas meteorológicos atlánticos que se aproximam irão baixar as temperaturas regionais de regresso às médias sazonais. - Mapas de Risco de Incêndio da ANEPC: As atualizações da proteção civil irão acompanhar os índices de perigo de incêndio rural, mostrando se as temperaturas elevadas do solo forçam um prolongamento do estado de alerta elevado para o pessoal florestal e de combate a incêndios português. - Avisos de Saúde da DGS: As recomendações da Direção-Geral da Saúde esclarecerão se as medidas de contingência para tempo extremo permanecem ativas para as unidades de saúde em toda a área metropolitana de Lisboa. - Adaptação do Setor do Turismo: Os observadores irão monitorizar se os operadores turísticos ao ar livre e os organismos municipais de turismo implementam horários modificados ou infraestruturas de sombra reforçadas para proteger os visitantes de outono que enfrentam o calor fora de época.

Este relato baseia-se na cobertura jornalística original publicada pela jornalista portuguesa Joana Mourão Carvalho a 24 de setembro de 2026.

Fonte: Joana Mourão Carvalho

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