Ataques russos atingem sede da Kyivstar e centros de dados ucranianos em ataque contra infraestrutura
Moscou visou a sede em Kyiv da maior rede de telefonia móvel da Ucrânia, juntamente com centros de dados críticos, em 27 de setembro, atingindo telecomunicações civis e de defesa vitais.
The Global Wire Newsroom ·
Link preview · horizonglobalnews.com
Ataques russos atingem sede da Kyivstar e centros de dados ucranianos em ataque contra infraestrutura
Moscou visou a sede em Kyiv da maior rede de telefonia móvel da Ucrânia, juntamente com centros de dados críticos, em 27 de setembro, atingindo telecomunicações civis e de defesa vitais.
Este artigo foi traduzido automaticamente pela IA da nossa redação a partir do original em inglês. Ler em inglês

Forças militares russas realizaram ataques contra a sede central da Kyivstar, a maior operadora de rede móvel da Ucrânia, em 27 de setembro de 2026, paralelamente a uma ofensiva mais ampla que atingiu centros de dados e infraestrutura de telecomunicações em todo o país. A Kyivstar confirmou o ataque às suas instalações principais a veículos de imprensa locais em Kyiv após o bombardeio. Os ataques coordenados representam uma escalada significativa na estratégia de longa data de Moscou que visa desmantelar a rede digital civil, as redes de comunicações de emergência e os centros essenciais de hospedagem de dados da Ucrânia durante a guerra em escala total.
## Fatos-chave - As forças russas atingiram a sede principal da Kyivstar, maior operadora de rede móvel da Ucrânia, em Kyiv, em 27 de setembro de 2026. - O bombardeio coincidiu com ataques que atingiram múltiplos centros de dados e infraestruturas de comunicação ucranianas. - A diretoria da Kyivstar confirmou os danos à sua sede corporativa por meio de declarações concedidas a veículos de imprensa locais. - A Kyivstar fornece serviços de telefonia celular para aproximadamente 24 milhões de assinantes e banda larga residencial para mais de 1 milhão de domicílios. - O ataque ocorre após esforços físicos e cibernéticos anteriores das forças russas para desmantelar a rede de telecomunicações da Ucrânia desde fevereiro de 2022.
## O que aconteceu Na manhã de 27 de setembro de 2026, ataques russos atingiram a sede central da Kyivstar na capital ucraniana, Kyiv, causando danos estruturais às instalações principais que abrigam centros operacionais fundamentais e a equipe de gestão. Segundo declarações fornecidas por executivos da Kyivstar a veículos de imprensa ucranianos, o bombardeio fez parte de uma onda mais ampla de ataques direcionados a centros de dados e instalações de telecomunicações localizados em várias regiões.
Serviços de emergência e equipes técnicas se deslocaram rapidamente para os locais atingidos em Kyiv para extinguir incêndios, avaliar a integridade estrutural e verificar o status operacional dos equipamentos de servidores e nós de controle de rede. Operadoras móveis na Ucrânia mantêm centros de gestão redundantes, permitindo que o tráfego de rede seja redirecionado através de nós de controle secundários quando as instalações principais sofrem impactos físicos ou interrupções de energia.
Os ataques aos centros de dados também ameaçaram redes de armazenamento em nuvem e serviços digitais operados por entidades comerciais e instituições do setor público. Embora os relatórios iniciais tenham se concentrado nos danos físicos infligidos à sede da Kyivstar, equipes técnicas iniciaram protocolos de diagnóstico de emergência em pontos centrais de conectividade para determinar se equipamentos de comutação principais, cabos de fibra óptica de backbone ou sistemas de energia de emergência sofreram danos duradouros.
## Por que isso importa O ataque físico à sede corporativa da Kyivstar e aos centros de dados associados atinge o sistema nervoso da sociedade ucraniana moderna. Em uma Ucrânia em guerra, as redes móveis não facilitam meramente chamadas telefônicas pessoais; elas formam a espinha dorsal dos sistemas nacionais de alerta de ataque aéreo, serviços bancários eletrônicos, gestão logística, coordenação militar e comunicações governamentais. A Kyivstar atende aproximadamente 24 milhões de assinantes móveis e mais de 1 milhão de clientes de internet fixa, tornando a estabilidade de sua rede vital para o funcionamento diário e a segurança nacional do país.
Quando os principais pontos de telecomunicações ou centros de dados sofrem impactos diretos, a interrupção vai além da conectividade de telefonia móvel. Notificações automatizadas de emergência transmitidas por redes celulares podem ser atrasadas ou silenciadas nas regiões afetadas, colocando vidas civis em risco durante ataques iminentes de mísseis ou drones. Além disso, a governança digital ucraniana moderna depende fortemente da infraestrutura em nuvem. Serviços como o aplicativo móvel governamental Diia — que armazena documentos de identidade digitais, processa pagamentos de assistência social e permite que os cidadãos relatem movimentos de tropas inimigas — dependem de centros de dados seguros e operacionais.
As operações de mercado e os sistemas financeiros também enfrentam severo atrito operacional quando nós centrais de telecomunicações ficam offline. Terminais de ponto de venda, caixas eletrônicos e plataformas de banco online na Ucrânia dependem de conexões estáveis de dados celulares gerenciadas principalmente pela Kyivstar e seus principais concorrentes. Interrupções prolongadas podem paralisar o comércio local, interromper a distribuição de combustível em postos e dificultar as redes logísticas que abastecem tanto as populações civis quanto as forças militares próximas às linhas de frente.
Sob uma perspectiva internacional, os ataques à infraestrutura civil de telecomunicações destacam a expansão da definição de alvos estratégicos na guerra moderna. Ao buscar neutralizar pontos centrais físicos de rede e centros de armazenamento de dados, as forças militares visam criar apagões de informação, induzir pânico na população e forçar as autoridades estatais a redirecionar recursos críticos para a restauração da rede e reparos de emergência.
## O contexto Desde o início da invasão russa em escala total em fevereiro de 2022, o setor de telecomunicações da Ucrânia tem operado sob contínuo ataque físico e digital. Nos primeiros dias da guerra, ataques russos visaram torres de transmissão de televisão em Kyiv, Kharkiv e Rivne, em um esforço para interromper as transmissões governamentais para a população civil. À medida que o conflito avançou, as forças russas visaram regularmente torres de celular, subestações elétricas que alimentam equipamentos de telecomunicações e entroncamentos regionais de fibra óptica, especialmente nas regiões leste e sul, perto da linha de frente.
Paralelamente aos bombardeios físicos, as empresas ucranianas de telecomunicações têm sido sujeitas a uma intensa guerra cibernética. O incidente mais grave ocorreu em dezembro de 2023, quando hackers patrocinados pelo Estado russo pertencentes à unidade conhecida como Sandworm, afiliada à agência de inteligência militar da Rússia GRU, invadiram a rede interna de TI da Kyivstar. Esse ataque cibernético apagou milhares de servidores virtuais, destruiu configurações centrais do sistema e causou um apagão sem precedentes de vários dias nos serviços móveis e fixos em toda a Ucrânia. O ataque hacker de dezembro de 2023 também desativou sirenes automatizadas de ataque aéreo em partes da região de Kyiv e interrompeu terminais bancários de ponto de venda em todo o país, servindo como uma demonstração contundente da vulnerabilidade da infraestrutura digital moderna.
A Kyivstar pertence à VEON, uma operadora digital global com sede em Amsterdã, Países Baixos. Após o ataque cibernético de 2023 e os danos contínuos da guerra, a VEON comprometeu-se com centenas de milhões de dólares em despesas de capital para fortalecer a resiliência física da Kyivstar, expandir conexões de satélite de emergência e atualizar protocolos de cibersegurança. O mercado móvel da Ucrânia é dividido principalmente entre três grandes operadoras: Kyivstar, Vodafone Ukraine, de propriedade da holding azerbaijana NEQSOL Holding, e Lifecell, que foi adquirida em 2024 pelo veículo de investimento do investidor francês Xavier Niel, NJJ Holding.
Para sobreviver a interrupções físicas e cibernéticas, as empresas de telecomunicações ucranianas e o Ministério da Transformação Digital, liderado pelo ministro Mykhailo Fedorov, implementaram o roaming nacional em março de 2022. Esse sistema permite que os assinantes cuja operadora principal fique offline alternem automaticamente para a rede de outra operadora ativa de forma gratuita. Além disso, a implantação generalizada de milhares de terminais de satélite SpaceX Starlink em toda a Ucrânia forneceu conectividade de emergência crucial para infraestruturas críticas, unidades militares, hospitais e escritórios administrativos locais quando as redes fixas e celulares são destruídas por ataques físicos.
## Reação Após o ataque, autoridades da Kyivstar emitiram declarações à imprensa local confirmando o ataque à sua sede em Kyiv e tranquilizando o público de que equipes de engenharia estavam trabalhando para manter a estabilidade do sistema e avaliar os danos físicos. Representantes da empresa enfatizaram que a arquitetura de rede descentralizada foi projetada para absorver impactos físicos em instalações administrativas sem causar um colapso total dos serviços celulares em todo o país.
O Ministério da Transformação Digital da Ucrânia e o órgão regulador estatal de telecomunicações NCEC monitoram rotineiramente a disponibilidade da rede durante esses ataques, coordenando o acesso de emergência a protocolos de roaming nacional e implantando geradores móveis em estações rádio-base e nós de conectividade afetados. Autoridades do governo ucraniano têm caracterizado consistentemente os ataques à infraestrutura de comunicações civil como violações claras do direito internacional humanitário, apelando aos parceiros internacionais para que acelerem a entrega de sistemas avançados de defesa aérea para proteger a infraestrutura crítica.
Organizações internacionais de telecomunicações, agências de inteligência ocidentais e parceiros corporativos já condenaram anteriormente os ataques russos à infraestrutura digital da Ucrânia. Espera-se que autoridades da União Europeia e estados-membros da OTAN reiterem o apoio aos programas de resiliência de infraestrutura física e cibernética da Ucrânia, que receberam milhões de euros em assistência técnica, equipamentos de energia de emergência e hardware especializado de telecomunicações desde 2022.
## O que ainda não sabemos Vários detalhes operacionais e táticos críticos sobre o ataque de 27 de setembro permanecem não verificados nos relatórios públicos disponíveis:
- Vítimas e extensão física: A imprensa local ainda não confirmou se houve mortos ou feridos entre os funcionários da Kyivstar ou da equipe das instalações presentes na sede durante o ataque, tampouco foi divulgada a escala exata dos danos estruturais ao edifício da sede. - Armamento específico utilizado: O tipo preciso de munição russa empregado no ataque — sejam mísseis balísticos de alta precisão, mísseis de cruzeiro ou munições loitering, como drones suicidas do estilo Shahed — não foi detalhado por autoridades de defesa aérea da Ucrânia. - Alcance da interrupção nos centros de dados: As localizações específicas dos centros de dados visados, a identidade das instituições comerciais ou governamentais que dependem dessas instalações e a extensão total da perda de dados ou do tempo de inatividade do serviço permanecem não divulgadas. - Atividade cibernética concomitante: Atualmente, não se sabe se os ataques físicos foram acompanhados por um ataque cibernético sincronizado projetado para dificultar o redirecionamento automatizado de rede e os procedimentos de recuperação de desastres, como ocorreu em operações anteriores de domínios combinados.
## O que acompanhar Nos próximos dias e semanas, vários indicadores-chave determinarão o impacto operacional e as consequências mais amplas do ataque:
- Métricas de disponibilidade de rede: Grupos públicos de monitoramento de conectividade, como o NetBlocks, e reguladores de telecomunicações ucranianos monitorarão dados em tempo real para medir se ocorrem quedas localizadas ou regionais na cobertura celular e na conectividade de internet. - Ativação de medidas de emergência: Observadores acompanharão se os protocolos de roaming nacional serão acionados em regiões ao redor dos centros de dados afetados e se links de satélite de emergência, incluindo terminais Starlink, serão implantados para restaurar serviços interrompidos. - Declarações da empresa controladora: Atualizações formais da empresa-mãe da Kyivstar, a VEON, sobre perdas financeiras, despesas de capital necessárias para reparos estruturais e possíveis ajustes nos planos de investimento para a infraestrutura digital ucraniana. - Reforço na defesa aérea: Respostas oficiais do Ministério da Defesa da Ucrânia sobre a alocação de defesa aérea ao redor dos nós de comunicação críticos e da infraestrutura de dados civil de Kyiv.
Este relato baseia-se em reportagens publicadas pela Reuters e por veículos de imprensa locais da Ucrânia, conforme distribuído por thestar.com.my.
Fonte: thestar.com.my



