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Rússia não vê avanços para acordo na Ucrânia e culpa liderança europeia

O vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Ryabkov, culpou os líderes políticos europeus pelo contínuo impasse nas negociações de paz sobre o conflito na Ucrânia.

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Rússia não vê avanços para acordo na Ucrânia e culpa liderança europeia

O vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Ryabkov, culpou os líderes políticos europeus pelo contínuo impasse nas negociações de paz sobre o conflito na Ucrânia.

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Este artigo foi traduzido automaticamente pela IA da nossa redação a partir do original em inglês. Ler em inglês

Rússia não vê avanços para acordo na Ucrânia e culpa liderança europeia

O vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Ryabkov, afirmou que os esforços diplomáticos visando resolver o conflito armado na Ucrânia não fizeram progressos nos últimos meses, atribuindo a responsabilidade pelo atual impasse aos líderes políticos europeus. Em declarações divulgadas em 16 de setembro de 2026, Ryabkov argumentou que as perspectivas para um acordo negociado continuam tão distantes quanto no início do ano. Ele atribuiu explicitamente o impasse a autoridades da Europa Ocidental, as quais caracterizou como pertencentes a um "partido da guerra", sinalizando a posição contínua de Moscou de que a assistência militar europeia e o apoio político a Kyiv são os principais obstáculos para o fim da guerra. A avaliação reforça o persistente abismo diplomático entre a Rússia, a Ucrânia e os aliados ocidentais após a invasão em grande escala promovida por Moscou, lançada em fevereiro de 2022.

## Key facts - O vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Ryabkov, declarou em 16 de setembro de 2026 que as perspectivas de paz para a Ucrânia permanecem inalteradas em relação a vários meses atrás. - Ryabkov atribuiu publicamente a responsabilidade pelo impasse diplomático à liderança europeia, descrevendo-a como um "partido da guerra". - As conversas bilaterais diretas entre as equipes de negociação russa e ucraniana estão suspensas desde seu colapso inicial na primavera de 2022. - A Ucrânia sustenta que qualquer acordo de paz exige a retirada completa das forças russas de dentro de suas fronteiras internacionais de 1991. - A União Europeia e seus Estados-membros forneceram mais de 100 bilhões de euros em ajuda militar, financeira e humanitária combinada à Ucrânia desde 2022.

## What happened Em sua avaliação do cenário diplomático, o vice-ministro das Relações Exteriores Sergey Ryabkov fez uma análise contundente do estado atual dos esforços de paz em torno da Ucrânia. De acordo com relatos da agência de notícias russa TASS em 16 de setembro de 2026, Ryabkov declarou que a probabilidade de se alcançar um acordo político não melhorou nos últimos meses, deixando as negociações efetivamente estagnadas.

Ryabkov direcionou críticas específicas aos governos europeus, argumentando que líderes políticos em toda a Europa estão impedindo ativamente avanços diplomáticos. Ao rotular essas autoridades como representantes de um "partido da guerra", Ryabkov reiterou a posição retórica de longa data de Moscou de que as capitais da Europa Ocidental estão priorizando a contenção militar da Rússia em detrimento de um compromisso negociado. O diplomata russo não apresentou novas propostas de paz nem sinalizou flexibilidade nas pré-condições de Moscou para retornar à mesa de negociações, indicando que a política oficial permanece rígida em meio às operações militares em andamento ao longo das linhas de frente no leste e no sul da Ucrânia.

## Why it matters Os comentários de Ryabkov servem como um indicador claro de que o impasse diplomático entre Moscou e as capitais europeias permanece firme, com implicações significativas para a política internacional de defesa, a segurança continental e a estabilidade econômica global. Ao enquadrar publicamente os líderes europeus como o principal obstáculo à paz, Moscou tenta reforçar uma narrativa destinada a acirrar os debates políticos dentro das nações europeias sobre a sustentabilidade a longo prazo dos gastos com defesa e da ajuda militar à Ucrânia.

Para os Estados-membros da União Europeia, a persistência da guerra exige alocações orçamentárias contínuas para a aquisição de defesa, fabricação conjunta de munições e ajuda financeira direta para sustentar o orçamento estatal da Ucrânia. O conflito em andamento também mantém as pressões econômicas em todo o continente, particularmente no que diz respeito aos mercados de energia, reajustes nas cadeias de suprimentos e medidas de conformidade com as sanções. Além disso, a recusa de Moscou em moderar suas exigências reforça o consenso entre os principais aliados europeus da OTAN — como Polônia, Estados Bálticos, França, Alemanha e Reino Unido — de que uma dissuasão robusta e um apoio militar sustentado continuam sendo a única estratégia viável para conter as ambições territoriais russas no Leste Europeu.

## The background O congelamento diplomático descrito por Ryabkov tem raízes nos primeiros meses da invasão em grande escala da Ucrânia pela Rússia, iniciada em 24 de fevereiro de 2022. Negociações preliminares de paz ocorreram na Bielorrússia e na Turquia em março de 2022. No entanto, essas discussões fracassaram após a descoberta de alegados crimes de guerra cometidos por forças russas em cidades ucranianas como Bucha, além de divergências fundamentais sobre a soberania territorial e garantias internacionais de segurança.

No final de 2022, o presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy apresentou uma Fórmula de Paz de 10 pontos na cúpula do G20 em Bali, na Indonésia. A estrutura exige a restauração completa da integridade territorial da Ucrânia com base em suas fronteiras de 1991, a retirada de todas as tropas russas, a devolução de todos os prisioneiros e crianças deportadas, o julgamento de crimes de guerra e garantias concretas de segurança para evitar futuras agressões. Kyiv tem sustentado consistentemente que negociar enquanto as forças russas ocupam terras ucranianas apenas daria tempo para Moscou se rearmar.

Por outro lado, Moscou exige que qualquer acordo de paz reconheça o que chama de "novas realidades territoriais". Isso se refere às reivindicações ilegais de soberania da Rússia sobre a Crimeia, anexada em 2014, bem como os oblasts ucranianos de Donetsk, Luhansk, Zaporizhzhia e Kherson, que Moscou afirmou ter anexado em setembro de 2022, apesar de não controlar totalmente nenhuma das quatro regiões. Além disso, a Rússia exige que a Ucrânia adote um status de neutralidade permanente, abandone seu objetivo constitucional de aderir à OTAN e imponha limites às suas forças armadas. Esforços diplomáticos internacionais, incluindo uma grande cúpula internacional de paz realizada na Suíça em junho de 2024, têm tido dificuldades para aproximar essas posições irreconciliáveis, particularmente dada a exclusão da Rússia ou sua recusa em participar de fóruns diplomáticos liderados pelo Ocidente.

## Reaction Embora os governos europeus não tenham emitido declarações formais imediatas em resposta direta aos comentários específicos de Ryabkov em 16 de setembro, os líderes europeus têm rejeitado consistentemente a caracterização feita por Moscou de sua política externa. Autoridades da União Europeia, da OTAN e de capitais europeias individuais têm enfatizado repetidamente que seu apoio à Ucrânia está fundamentado no direito internacional e no Artigo 51 da Carta das Nações Unidas, que afirma o direito inerente dos Estados soberanos à legítima defesa individual e coletiva contra um ataque armado.

Diplomatas europeus sustentam que o principal obstáculo à paz é a contínua presença militar da Rússia no território ucraniano e sua recusa em cessar as operações ofensivas. Autoridades ucranianas rejeitaram de forma semelhante as alegações russas sobre o impedimento ocidental, afirmando que Moscou usa os apelos por negociações de paz como uma tática para forçar a capitulação ucraniana e consolidar ganhos territoriais alcançados por meio da força armada.

## What we don't know yet Vários elementos críticos sobre o futuro dos esforços diplomáticos permanecem sem solução. Atualmente, não está claro se há comunicações secretas ou por canais paralelos de terceiros ocorrendo entre autoridades russas e representantes ocidentais ou ucranianos que possam lançar as bases para futuras negociações. Além disso, os gatilhos militares ou políticos precisos que levariam Moscou ou Kyiv a revisar suas pré-condições fundamentais para iniciar conversas formais permanecem indefinidos.

Também continua incerto como potenciais mudanças nos cenários políticos internos — incluindo eleições em nações europeias ou reajustes de políticas estratégicas nos Estados Unidos — poderiam influenciar a unidade ocidental e o fornecimento de ajuda militar nos próximos anos. Se iniciativas diplomáticas de nações não ocidentais, como China, Índia ou Brasil, poderiam ganhar tração suficiente para alterar o atual cálculo diplomático também permanece uma questão em aberto.

## What to watch Acontecimentos decisivos nos próximos meses indicarão se o impasse diplomático pode ser rompido. Observadores acompanharão os próximos encontros internacionais, incluindo reuniões na Assembleia Geral das Nações Unidas em Nova York, em busca de sinais de mudança no alinhamento diplomático ou de contatos bilaterais entre as grandes potências.

Além disso, decisões sobre aquisição de defesa e votações de ajuda no Conselho Europeu e nos parlamentos nacionais revelarão se os governos europeus mantêm o consenso político necessário para sustentar a assistência militar de longo prazo a Kyiv. No terreno, a situação militar ao longo da linha de frente ativa no leste e no sul da Ucrânia continuará sendo o fator dominante; grandes mudanças territoriais ou exaustão logística de qualquer um dos lados poderiam reestruturar fundamentalmente os parâmetros do futuro engajamento diplomático.

Esta reportagem é baseada em cobertura publicada originalmente pela agência de notícias russa TASS.

Fonte: tass.com

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